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Gastronomia Brasileira
O Barreado é um prato tradicional do litoral paranaense
O Barreado é um prato tradicional do litoral paranaense, preparado com carne bovina, bacon, cebola, alho e diversos temperos, incluindo louro, cheiro verde, cominho e pimenta do reino. O nome deriva da prática de "barrear a panela", que consiste em vedar a panela de barro com farinha de mandioca para reter o vapor. A carne é cozida por várias horas em fogo baixo, resultando em uma textura extremamente macia e um caldo encorpado. O Barreado é acompanhado de arroz, farinha de mandioca e banana (frita ou crua). A tradição de cozinhar carne bovina foi introduzida na região litorânea do Paraná pelos primeiros portugueses, que realizavam mutirões, conhecidos como "pixirum" na língua indígena, reunindo a população local em atividades coletivas, onde pratos como a carne barreada eram servidos, considerados simples e de fácil preparo, podendo ser aquecidos diversas vezes no fogo a lenha.
A origem do arroz com pequi remonta ao século XVII
A origem do arroz com pequi remonta ao século XVII, influenciada pelos povos indígenas, africanos e portugueses, além da presença de bandeirantes na região centro-oeste. A abertura dos terrenos favoreceu o desenvolvimento dessa culinária, baseada em grãos, arroz, carnes e aves. O pequi, nativo do cerrado brasileiro, é uma fruta com sabor forte, conhecida por vários nomes como piqui, pequiá, pequiá-pedra, suari, entre outros. Na língua indígena, seu significado é “casca espinhosa.”Os ingredientes típicos do arroz com pequi incluem cebola, alho cru, sal, água, arroz branco, óleo de soja, pequi cru e cheiro verde a gosto.
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O feijão tropeiro, típico da região Sudeste do Brasil
O feijão tropeiro, típico da região Sudeste do Brasil, não tem um estado específico de origem, estendendo-se por locais como São Paulo, Minas Gerais e Goiás, na região Centro-Oeste. A receita inclui feijão, geralmente do tipo roxinho, com uma cor avermelhada, proporcionando um caldo encorpado quando cozido. Outros ingredientes comuns são farinha de mandioca, toucinho (gordura suína), carne de porco, podendo ser complementado com linguiça calabresa e ovos fritos ou mexidos. Originado no século XVIII durante o movimento chamado "Tropeirismo", ligado ao ciclo da mineração em Minas Gerais, o feijão tropeiro foi uma herança dos tropeiros que percorriam longas distâncias transportando minério. Com a ausência de mulheres nas tropas, eles preparavam essa comida para durar durante as jornadas, utilizando ingredientes como feijão quase seco, carne do sol e toucinho, originários da cozinha mineira, resultando no nome feijão tropeiro.
O Dia Internacional do Chá, celebrado em 21 de maio
O Dia Internacional do Chá, celebrado em 21 de maio, não se destina apenas à apreciação da bebida, mas sim a chamar a atenção para os desafios enfrentados pelos trabalhadores das plantações de chá, pequenos produtores e consumidores. Foi oficialmente comemorado pela primeira vez em 2005, em Deli, Índia, e ganhou destaque global desde então. Além de promover discussões e ações para o desenvolvimento da indústria do chá, a data busca garantir os direitos dos trabalhadores e alcançar preços justos para os produtos. Reconhecendo a importância econômica e cultural do chá, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou 21 de maio como o Dia Internacional do Chá em 2019. O evento destaca a relevância socioeconômica do setor e promove políticas melhores, inovação, investimento e inclusão.
se comemora em 21 de Maio
A colonização portuguesa do Brasil a partir de 1530 trouxe
A colonização portuguesa do Brasil a partir de 1530 trouxe uma diversidade de alimentos e especiarias, resultado das relações entre Portugal e Índia. Com a mudança da corte para São Vicente (hoje São Paulo), houve a introdução de alimentos como arroz, coentro, hortelã, laranja e temperos. A atividade pecuária começou com a introdução de vários animais. O cultivo de arroz resultou em pratos à base desse ingrediente, e o uso de especiarias como sal, alecrim, canela e cravo tornou-se comum. Influências notáveis da gastronomia portuguesa incluem a feijoada brasileira e sobremesas como marmelada, laranjada, arroz doce e pão de ló.
Na Região Sul do Brasil, o churrasco é uma tradição no Rio Grande do Sul
Na Região Sul do Brasil, o churrasco é uma tradição no Rio Grande do Sul, juntamente com pratos como arroz-de-carreteiro e salame de porco. O chimarrão, típico dos gaúchos, é feito com erva-mate e consumido em cuia com bomba. A colonização italiana trouxe a produção de vinho, especialmente na Serra gaúcha. No Paraná, destaca-se o barreado, uma mistura de carnes cozida em panela de barro com acompanhamentos. Em Santa Catarina, caldeiradas de peixe e tortas de maçã, trazidas pela imigração alemã, são características culinárias.
Na Região Sudeste do Brasil, pratos tradicionais como tutu de feijão
Na Região Sudeste do Brasil, pratos tradicionais como tutu de feijão, feijoada e postas de peixe com pirão são apreciados em diversos Estados. Destaques incluem a moqueca capixaba no Espírito Santo, e em Minas Gerais, pratos variados como carne de porco, galinha ao molho pardo, e o famoso pão de queijo. O Rio de Janeiro contribui com o picadinho de carne com quiabo e camarão com chuchu. São Paulo, influenciada pela imigração italiana, introduziu massas e pizza, além dos populares pastéis cuja origem é incerta. Sobremesas típicas são o bolo de fubá, goiabada com queijo, doces em calda e doce de leite. Além disso, a imigração japonesa deixou sua marca na mesa dos paulistas, especialmente na capital, onde há diversos restaurantes japoneses.
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