O que Comer Antes do Treino
Treinar sem energia é como correr um carro sem combustível: você até se move, mas não rende nada. Comer antes do treino não é só matar a fome, é dar combustível certo para corpo e cérebro.
Quando Comer
30–60 min antes: banana + café, iogurte + fruta, pão + geleia
1h30–3h antes: arroz + frango + legumes, batata + ovos, macarrão simples + proteína magra
Carboidratos para Energia
Carboidratos viram glicose e dão energia para músculos e cérebro.
Boas opções: banana, aveia, pão integral, arroz, batata ou batata-doce, frutas.
Evite doces e bolos industrializados, que dão pico rápido e queda brusca.
Proteínas Parceiras
A proteína não é protagonista, mas ajuda a reduzir a quebra muscular e sustentar o corpo.
Boas escolhas: ovo, iogurte, queijo branco, whey protein. Combine com carboidratos para energia sem desconforto.
O que Evitar
Comidas gordurosas ou pesadas
Açúcares simples isolados
Treinar em jejum sem adaptação
Foco Mental
Alimentação também afeta o cérebro: carboidratos sustentam a concentração, hidratação mantém foco e café ou chá ajudam, se você tolera cafeína.
O Que Comer Depois do Treino
Treinar é só metade da história. O que você come depois da sessão é o que realmente ajuda seu corpo a se recuperar e crescer. Comer bem pós-treino acelera a reparação muscular, repõe energia e ainda mantém seu metabolismo ativo.
Por Que é Importante
Quando você treina, os músculos sofrem microlesões. Proteínas ajudam a reparar essas fibras, enquanto carboidratos repõem o glicogênio gasto. Sem isso, o corpo demora mais para se recuperar e a fadiga persiste.
Combinações Ideais
Proteínas magras: ovos, frango, peixe, iogurte, whey protein
Carboidratos complexos: arroz, batata-doce, aveia, frutas
Gorduras saudáveis (em pequena quantidade): abacate, castanhas, azeite
Dicas Práticas
Tente comer até 60 minutos após o treino
Misture proteína + carboidrato para recuperação rápida
Hidrate-se bem: água, água de coco ou bebidas isotônicas leves
O Que Evitar
Comidas gordurosas ou frituras pesadas
Açúcares simples em excesso (doces e refrigerantes)
Recuperar os músculos não é só sobre comer mais proteína, é sobre dar ao corpo combustível certo na hora certa. Com o prato certo, seu treino rende mais e seu corpo agradece.
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Abdômen Definido de Forma Real
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Músculo abdominal: pode ser fortalecido com exercícios específicos.
Gordura abdominal: cobre os músculos; mesmo abdominal forte, ela precisa ser reduzida para aparecer.
Ou seja, não é só fazer abdominais o dia todo.
Alimentação estratégica
Déficit calórico moderado: gastar mais energia do que consome ajuda a reduzir gordura.
Proteína suficiente: ovos, frango, peixe, tofu — preserva músculo.
Carboidratos e gorduras boas: energia para treinos e hormônios saudáveis.
Evitar ultraprocessados: reduzem inflamação e gordura abdominal.
Dica: pequenos ajustes na alimentação diária somam muito mais que dietas extremas.
Treino inteligente
Musculação: mantém e constrói massa muscular, aumenta metabolismo.
Abdominais: prancha, crunch, elevação de pernas — fortalecem o core.
Cardio moderado ou HIIT: ajuda a queimar gordura, mas não exageros.
O segredo: combinar treino de força + cardio + core, não só abdominal isolado.
Sono e hormônios
Dormir 7–9h regula cortisol, leptina e grelina, hormônios que controlam fome e armazenamento de gordura.
Sem sono, mesmo com treino e dieta, a barriga tende a reter gordura.
Carboidratos: Vilões ou Aliados?
Carboidratos costumam ser vistos como vilões da dieta, mas na verdade são uma fonte essencial de energia e, quando usados de forma inteligente, ajudam a queimar gordura e melhorar o desempenho nos treinos.
Por Que os Carboidratos São Importantes
Fornecem energia rápida para músculos e cérebro
Ajudam a manter o humor e o foco
Participam da recuperação pós-treino
Sem carboidratos, o corpo pode sentir fadiga, irritabilidade e até dificuldade de ganhar massa muscular.
Tipos de Carboidratos
Nem todos os carboidratos são iguais. Conhecer a diferença ajuda a fazer escolhas melhores:
Complexos (bons aliados): arroz integral, batata-doce, aveia, quinoa, legumes
Simples (consumo moderado): frutas, mel, iogurte adoçado naturalmente
Industrializados (vilões): doces, bolos, refrigerantes, pães brancos
Quando Comer Carboidratos
Pré-treino: ajudam a dar energia e manter o desempenho
Pós-treino: reabastecem glicogênio e aceleram a recuperação
No dia a dia: carboidratos complexos mantêm energia estável
Dicas Práticas
Prefira carboidratos integrais na maior parte do tempo
Combine com proteínas e gorduras saudáveis para saciedade
Evite excessos de açúcares simples, que dão pico rápido e queda brusca de energia
Proteína: Verdade ou Mito
A proteína é muito comentada em treinos e dietas, mas nem tudo que se fala é verdade. Vamos separar mito e ciência e entender como ela realmente ajuda o corpo.
Por Que é Importante
Repara e constrói músculos pós-treino
Dá saciedade e ajuda a controlar a fome
Participa de hormônios e enzimas essenciais
Mitos Comuns
Mais proteína não significa mais músculo – o corpo usa apenas o necessário
Não só quem malha precisa de proteína – qualquer pessoa ativa precisa
Suplementos não são obrigatórios – ovos, frango, peixe e leguminosas bastam
O Que Diz a Ciência
Adultos ativos: 1,2–2,0 g/kg de peso/dia
Distribuir proteína ao longo do dia melhora absorção
Combinar proteína + carboidrato no pós-treino acelera a recuperação
Fontes Inteligentes
Animal: ovos, leite, iogurte, frango, peixe, carne magra
Vegetal: feijão, lentilha, grão-de-bico, tofu, quinoa
Suplementos: whey, caseína ou proteínas vegetais (opcional)
Dicas Práticas
Inclua proteína em todas as refeições
Prefira alimentos naturais antes de suplementos
Ajuste quantidade conforme idade, peso, treino e objetivo
Proteína é essencial, mas exageros ou mitos confundem. O segredo: quantidade certa, distribuição e variedade. Assim, músculos se recuperam melhor, a fome diminui e o corpo rende mais.
Suplementos: O Que Funciona
Suplementos estão por toda parte e prometem resultados rápidos, mas nem tudo funciona como dizem. A ciência mostra que poucos realmente fazem diferença — e sempre como complemento, nunca como milagre.
O que realmente funciona
Whey protein é uma forma prática de bater a quantidade diária de proteína e ajuda na recuperação muscular, mas não é melhor que comida.
Creatina é um dos suplementos mais estudados: melhora força, desempenho e ganho de massa quando usada diariamente (3–5 g).
Cafeína aumenta foco e reduz fadiga, melhorando o treino — desde que usada com moderação.
Ômega 3 ajuda na inflamação, saúde do coração e recuperação muscular.
Funciona, mas não é essencial
BCAA é desnecessário para quem já consome proteína suficiente.
Glutamina pode ajudar o intestino e imunidade, mas pouco impacta o ganho muscular.
O que não cumpre o que promete
Termogênicos milagrosos não queimam gordura sozinhos.
Boosters de testosterona têm mais marketing do que efeito real.
Colágeno ajuda pele e articulações, não constrói músculo.
Regra de ouro
A base é alimentação, treino e sono. Suplementos só complementam. Menos promessas mágicas, mais constância — é isso que dá resultado.
Déficit calórico
Déficit calórico acontece quando você gasta mais energia do que consome. Em outras palavras: seu corpo usa o que você come e o que já está armazenado (a famosa gordura).
Como isso funciona na prática
Seu corpo gasta calorias para respirar, pensar, andar e treinar
A comida fornece energia
Quando a entrada é menor que o gasto, o corpo compensa usando reservas
Não é castigo, é adaptação.
O que NÃO é déficit calórico
Não é passar fome
Não é cortar todos os carboidratos
Não é fazer horas infinitas de cardio
Déficit exagerado até emagrece rápido… mas quase sempre cobra o preço depois.
Como criar déficit sem sofrer
Aqui mora o segredo:
Ajustar quantidades, não zerar alimentos
Comer mais proteína e fibras (dão saciedade)
Beber água (muita fome é sede disfarçada)
Se movimentar mais no dia a dia
Pequenos ajustes somam muito.
Déficit + treino = melhor resultado
Treino de força ajuda a preservar músculos
Cardio aumenta o gasto calórico
Os dois juntos funcionam melhor
Sem treino, o corpo perde peso.
Com treino, ele perde gordura.
Sono e estresse também contam
Pouco sono e muito estresse bagunçam a fome, aumentam vontade por açúcar e dificultam o déficit. Emagrecimento não é só prato e academia.
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