Madame Armário: A Elegante Governanta
Madame Armário, transformada em um armário encantado, é uma das personagens mais memoráveis de A Bela e a Fera. Como a governanta do castelo, ela é elegante, refinada e tem uma personalidade forte e carinhosa, trazendo uma aura de dignidade ao ambiente. Sua transformação a torna uma figura excêntrica, mas com um charme inegável.
Antes da maldição, Madame Armário era uma das responsáveis por manter o castelo em ordem. Após ser transformada em um armário, ela ainda mantém seu espírito organizado e uma postura de autoridade, embora com toques de humor. Ela é uma grande amiga de Madame Samovar e Lumière, sempre disposta a ajudar e a oferecer conselhos sábios e confortantes, especialmente para Bela.
A relação de Madame Armário com Bela é afetuosa, já que a jovem é uma das poucas pessoas que trata os habitantes encantados com gentileza e carinho. Durante o desenrolar da história, Madame Armário, com sua personalidade maternal, vai se tornando uma espécie de mentora para Bela, oferecendo-lhe apoio emocional nos momentos mais difíceis.
Zip: O Travesso
Zip, o adorável filho de Madame Samovar, é um dos personagens mais cativantes de A Bela e a Fera. Transformado em uma xícara de chá devido à maldição que afeta o castelo, ele é curioso, travesso e sempre cheio de energia. Embora sua forma seja a de uma pequena xícara, sua personalidade é vibrante e cheia de vida, conquistando rapidamente o coração de Bela e dos espectadores.
Desde o momento em que Bela chega ao castelo, Zip demonstra uma afinidade imediata com ela. Ele é travesso, sempre se metendo em pequenas confusões, mas com uma ternura que faz com que todos o adorem. Seu apego a Bela é instantâneo, e ele a vê como uma figura amiga e acolhedora, o que o leva a estabelecer uma relação de carinho e companheirismo com a jovem.
Apesar de sua aparência diminuta e infantil, Zip tem um papel importante dentro da dinâmica do castelo. Seu entusiasmo e a maneira como se conecta com Bela ajudam a suavizar a tensão inicial entre ela e os outros habitantes encantados. Ele traz leveza e diversão para a história, sendo um personagem que representa a pureza e a inocência que, no final, contribuem para a quebra da maldição.
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Madame Samovar: A Governanta Maternal
Madame Samovar é uma das personagens mais queridas de A Bela e a Fera, transformada em um bule de chá encantado após a maldição que afligiu o castelo. Sua personalidade acolhedora e maternal a torna uma figura central no desenvolvimento dos personagens, especialmente no apoio à relação entre Bela e a Fera.
Antes da maldição, Madame Samovar era a governanta do castelo, sendo responsável por cuidar da ordem e do bem-estar dos moradores. Mesmo após a transformação, ela mantém seu papel de cuidadora e conselheira, sempre pronta para oferecer apoio a quem precisar. Sua sabedoria e bondade se refletem em seus conselhos, tanto para Bela, quanto para a Fera, ajudando ambos a enfrentar seus desafios emocionais e pessoais.
Em várias cenas, Madame Samovar mostra sua natureza gentil, cuidando de Bela como uma segunda mãe, orientando-a e, ao mesmo tempo, incentivando a Fera a abrir seu coração. Sua presença é reconfortante, e ela serve como um elo importante entre os personagens, oferecendo uma perspectiva de amor incondicional e crescimento pessoal.
Horloge (ou Cogsworth): O Relógio Sério
Horloge, conhecido como Cogsworth na versão original, é o mordomo do castelo que foi transformado em um relógio encantado devido à maldição lançada pela feiticeira. Com seu jeito sério, perfeccionista e disciplinado, ele é o oposto de Lumière, o charmoso candelabro, e suas interações frequentemente geram momentos de comédia no filme. Enquanto Lumière é otimista e romântico, Cogsworth é meticuloso, preocupado com as regras e não gosta de se afastar dos protocolos, o que cria uma dinâmica divertida entre os dois.
Sua principal preocupação no início da história é seguir à risca as ordens e garantir que tudo funcione de maneira impecável no castelo. No entanto, ele também se preocupa com o bem-estar de Fera, sendo um conselheiro importante, ainda que de forma mais cautelosa e pragmática. Quando o assunto é Bela, Cogsworth hesita e se mostra um pouco mais cético em relação à ideia de Fera se apaixonar, mas, ao longo da história, ele acaba se envolvendo no apoio à relação, mesmo que à sua maneira.
Sua relação engraçada com Lumière é uma das características que tornam Cogsworth uma figura cativante e essencial para a dinâmica do castelo. Apesar de sua postura rígida, seu coração é tão grande quanto o de seus amigos encantados, e ele também passa por uma jornada de transformação, aprendendo a importância do amor e da amizade.
Lumière: O Candelabro Encantado
Lumière, o candelabro encantado de A Bela e a Fera, é um dos personagens mais carismáticos e divertidos da história. Antes da maldição, Lumière era o maître do castelo, responsável por manter a ordem e o bom funcionamento da casa. Sua personalidade calorosa e charmosa não desapareceu com a transformação, e ele continua a ser uma figura acolhedora e cheia de vida, mesmo após ser transformado em um candelabro.
Sempre otimista, Lumière tem um papel fundamental na história, principalmente ao incentivar a Fera a se abrir para o amor de Bela. Com seu espírito romântico e generoso, ele constantemente tenta convencer a Fera de que só o amor verdadeiro pode quebrar a maldição. Ele é, sem dúvida, o melhor conselheiro de Fera, sempre disposto a ajudar seu amigo a superar seu comportamento ríspido e se mostrar mais afetuoso e atencioso com Bela.
Além de seu papel como mentor da Fera, Lumière também proporciona momentos de alívio cômico e calor humano no filme, tornando-se uma figura querida tanto pelos personagens quanto pelos espectadores.
LeFou: O Atrapalhado Fiel Escudeiro
LeFou, o fiel escudeiro de Gaston em A Bela e a Fera, é um dos personagens mais cômicos e, ao mesmo tempo, trágicos da história. Sempre disposto a agradar seu mestre, LeFou segue Gaston em todas as suas ações, mesmo que isso envolva atitudes questionáveis e moralmente duvidosas. Seu principal objetivo é garantir que Gaston tenha o reconhecimento e o respeito que acredita merecer.
Apesar de suas boas intenções, LeFou é frequentemente atrapalhado e ingênuo, o que o coloca em situações engraçadas e serve como alívio cômico no filme. No entanto, seu papel também é importante para evidenciar a natureza egoísta e cruel de Gaston, uma vez que LeFou sempre o acompanha nas perseguições e planos contra a Fera, sem questionar suas decisões.
Ao longo da história, LeFou demonstra um caráter leal, mas sua lealdade cega o impede de enxergar o erro nas ações de seu mestre. Mesmo sendo um "seguidor" e não tendo muita consciência das consequências de suas escolhas, no final do filme, ele dá sinais de que pode finalmente perceber a verdadeira natureza de Gaston e a necessidade de mudar de lado.
Gaston: O Caçador Vaidoso
Gaston é o grande antagonista de A Bela e a Fera. Conhecido por sua força e aparência imponente, ele é admirado pelos moradores da aldeia, que o veem como um modelo de masculinidade. No entanto, por trás de seu charme superficial, esconde-se um homem arrogante, egocêntrico e cruel, que acredita que pode ter tudo o que deseja – incluindo Bela.
Convencido de que ela deveria ser sua esposa, Gaston ignora os sentimentos da jovem e insiste em conquistá-la a qualquer custo. Quando percebe que Bela não corresponde ao seu interesse e demonstra afeição pela Fera, seu orgulho ferido se transforma em uma perigosa obsessão.
Determinando-se a eliminar seu rival, Gaston incita os aldeões contra a Fera e lidera um ataque ao castelo. Seu desespero e sede de poder revelam sua verdadeira natureza, transformando-o de um simples caçador convencido em um vilão implacável. Seu destino trágico reforça a lição de que a arrogância e o egoísmo podem levar à própria ruína.
A Fera: O Príncipe Amaldiçoado
Antes de se tornar a temida Fera, ele era um príncipe arrogante e egoísta, que recusou ajudar uma feiticeira disfarçada de mendiga. Como punição, foi transformado em uma criatura monstruosa e condenado a viver isolado em seu castelo encantado. A única maneira de quebrar o feitiço seria aprender a amar e ser amado antes que a última pétala de uma rosa encantada caísse.
No início, seu comportamento rude e impulsivo faz dele um ser assustador e impiedoso. No entanto, à medida que convive com Bela, sua verdadeira essência começa a surgir. A jovem percebe que, por trás da aparência bestial, há um coração gentil e um homem capaz de mudar.
Com o tempo, a Fera aprende o valor da empatia e do amor verdadeiro, transformando-se não apenas fisicamente, mas emocionalmente. Sua jornada de redenção é uma das mais marcantes do clássico A Bela e a Fera, reforçando a lição de que a verdadeira beleza está no interior.
A protagonista Bela
A protagonista de A Bela e a Fera é uma jovem inteligente e sonhadora que conquistou gerações com sua personalidade forte e independente. Diferente das outras moças de sua aldeia, Bela se destaca por seu amor pela leitura e desejo de viver grandes aventuras além dos limites de sua pequena vila.
Sua jornada toma um rumo inesperado quando ela se sacrifica pelo pai e decide viver no castelo da Fera. Inicialmente assustada, Bela descobre que, por trás da aparência monstruosa de seu anfitrião, há um ser sensível e vulnerável. Com paciência e bondade, ela consegue enxergar além da maldição e desperta no príncipe enfeitiçado sentimentos que ele jamais conheceu.
O amor de Bela não só transforma a Fera, mas também muda a vida dos moradores do castelo, que viviam sob o feitiço da feiticeira. Seu espírito corajoso e sua capacidade de ver além das aparências fazem dela uma das protagonistas mais marcantes da Disney, tornando A Bela e a Fera um clássico atemporal.
Os Segredos por Trás da Criação
O clássico animado que conquistou gerações esconde curiosidades surpreendentes sobre sua produção. A protagonista da história, conhecida por sua inteligência e personalidade forte, teve sua aparência e jeito inspirados na icônica atriz Audrey Hepburn. Conhecida por sua sofisticação e elegância, Audrey serviu como modelo para a personagem, influenciando desde seus traços delicados até sua postura independente.
Outro detalhe curioso envolve a escolha do dublador de um dos personagens centrais. Para garantir a voz perfeita, o ator responsável precisou improvisar de forma inusitada. Durante o processo de testes, ele realizou sua audição dentro de um carro, no estacionamento, buscando o tom ideal para dar vida ao personagem. A decisão inusitada acabou garantindo a ele o papel e ajudou a criar uma das vozes mais marcantes da animação.
O Clássico da Disney que Fez História
Lançado em 13 de novembro de 1991, A Bela e a Fera é um dos filmes mais icônicos da Disney. Foi o primeiro longa de animação indicado ao Oscar de Melhor Filme. Também conquistou o Globo de Ouro de Melhor Filme – Musical ou Comédia e o Annie Award, consolidando a era de ouro da animação da Disney.
A história se passa em uma aldeia francesa, onde Bela, uma jovem inteligente e sonhadora, rejeita o arrogante Gaston. Quando seu pai, Maurice, se perde na floresta e é aprisionado no castelo de uma temida Fera, Bela se sacrifica e assume o lugar dele. O que ela não sabe é que a Fera é, na verdade, um príncipe amaldiçoado por uma feiticeira e que o encanto só pode ser quebrado se ele aprender a amar e for amado de volta antes que a última pétala de uma rosa encantada caia.
Com o tempo, Bela e a Fera criam um laço profundo. Quando a rosa está prestes a perder sua última pétala e a Fera agoniza, Bela percebe seu amor por ele e o beija, quebrando o feitiço. O príncipe volta à sua forma humana, o castelo se transforma, e todos vivem felizes para sempre.
O Conto Esquecido
Uma antiga história francesa inspirou o famoso conto de A Bela e a Fera. A trama gira em torno de uma fada que, ao se apaixonar por um rei, dá à luz uma menina, mas é banida do mundo das fadas. A criança cresce entre humanos e é chamada de Bela por sua beleza incomparável.
Enquanto isso, um príncipe criado por fadas sofre uma terrível maldição quando uma delas, ao nutrir desejo por ele, é rejeitada. Furiosa, ela transforma o jovem em uma Fera, condenando-o a viver assim até que uma mulher aceite dormir com ele por livre escolha.
O destino do príncipe e de Bela se cruza quando o pai da jovem, após se abrigar no castelo da Fera, colhe uma rosa para a filha e é condenado à morte. Para salvá-lo, Bela se entrega ao monstro e passa a conhecê-lo melhor. Com o tempo, ela supera o medo e se apaixona. Ao finalmente ceder aos sentimentos e passar uma noite com a Fera, o encanto se desfaz, revelando um belo príncipe.
A rainha, inicialmente contra o casamento, só aceita a união quando descobre que Bela é filha de um rei. O conto, que inspirou Madame Leprince de Beaumont, teria sido baseado na história real de Don Pedro Gonzales, homem que sofria de hipertricose e viveu na corte francesa.
Segredos Escondidos
A animação A Bela e a Fera (1991) escondeu detalhes curiosos que poucos espectadores perceberam. Durante a cena em que Maurice se perde na floresta e entra em uma cabana, é possível notar um livro com uma ilustração de Aladdin na estante. O detalhe chamou atenção porque Aladdin só seria lançado um ano depois.
Outro fato interessante é o design da Fera, que não se assemelha a nenhuma criatura específica. Para criar sua aparência, os animadores combinaram traços de diversos animais: a juba de um leão, os chifres de um búfalo, a testa de um gorila, o corpo de um urso e as pernas e cauda de um lobo. A mistura resultou em um visual único e marcante para o personagem.
Além disso, um momento dramático do filme faz referência direta a O Fantasma da Ópera. Em uma das cenas, a Fera, tomada pela fúria e tristeza, rasga um retrato de sua antiga forma humana. Esse gesto remete à icônica cena em que o Fantasma destrói imagens de si mesmo, refletindo sua angústia e rejeição. Esses detalhes mostram o cuidado da Disney em inserir camadas de profundidade e homenagens dentro da animação.
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