A Geografia é uma ciência muito antiga, e nasceu na Grécia
A Geografia é uma ciência muito antiga, e nasceu na Grécia , no início limitava-se a descrever a superfície terrestre conhecida na época.
Geografia = Geo (Terra) + grafia (descrição)
Atualmente, e tendo em conta a complexidade dos aspectos que se podem observar na superfície terrestre a Geografia não se limita a descrever mas também a interpretar os fenômenos existentes, assim como as relações que se estabelecem, no sentido de encontrar soluções para os problemas existentes. Em suma, a Geografia é a ciência que se dedica ao estudo dos fenômenos físicos e humanos que ocorrem na superfície terrestre e nas inter-relações que estes estabelecem.
Os corpos celestes que identificamos como planetas
Os corpos celestes que identificamos como planetas realizam órbitas em torno de estrelas, assim como a Terra circunda o Sol. Eles não emitem luz própria, tornando visível apenas a porção que é iluminada pelas estrelas. Como resultado, são categorizados como corpos celestes iluminados. Além disso, podem possuir satélites naturais, que são corpos celestes desprovidos de luz própria e que orbitam ao redor deles, como é o caso da lua, que orbita em torno da Terra.
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O Universo
O Universo é composto por corpos celestes e vastos espaços onde a presença de matéria é escassa. Esses diversos corpos celestes encontram-se dispostos em estruturas que se expandem em escala sucessivamente crescente. No Universo, podemos observar estrelas de variadas idades: algumas ainda estão em processo de formação, outras estão em fases estáveis de vida e algumas estão nas etapas finais de sua existência. O Sol encontra-se atualmente em uma fase de vida estável.
Estrelas que possuem planetas e outros corpos não
Estrelas que possuem planetas e outros corpos não estelares orbitando ao seu redor formam estruturas conhecidas como sistemas planetários. Nosso planeta Terra está inserido em um sistema planetário denominado sistema solar. Por muitos séculos, acreditava-se que o Sistema Solar fosse o único sistema planetário no Universo. Contudo, atualmente, temos a ciência de que essa suposição não procede. Hoje, já foram identificados milhares de sistemas planetários, compostos por planetas que circundam estrelas distantes.
Os astros que denominamos de estrelas possuem luz própria
Os astros que denominamos de estrelas possuem luz própria, irradiando a luz que geram e, assim, iluminando o firmamento. Consequentemente, são categorizados como corpos celestes luminosos. Tais estrelas podem também hospedar planetas e outros objetos desprovidos de luz própria que orbitam ao redor delas.
Uma estrela não surge de maneira isolada, mas sim em conjunto com muitas outras
Uma estrela não surge de maneira isolada, mas sim em conjunto com muitas outras, que, ao longo do tempo, tendem a se dispersar. Dessa forma, as estrelas podem se manifestar individualmente ou em aglomerados. Aglomerados de estrelas com uma origem comum, que giram em torno de um ponto central, são denominados enxames estelares, e podem ser classificados em duas categorias: enxames globulares (ou compactos), que reúnem estrelas mais antigas e abrangem desde algumas milhares até um milhão de estrelas; e enxames abertos, que são menores e englobam algumas dezenas até milhares de estrelas. As estrelas integrantes desses enxames abertos são mais jovens, distribuídas de forma mais dispersa e, com o tempo, tendem a se afastar umas das outras.
Estrelas
Estrelas, sistemas planetários e aglomerados estelares estão integrados em vastas estruturas conhecidas como galáxias. As galáxias são conglomerados compostos por inúmeros milhões de estrelas, além de objetos celestes não-estelares, gases e partículas de poeira, todos movendo-se coletivamente em torno de suas regiões centrais. Dentro das galáxias, gases e poeiras se reúnem para formar nebulosas, as quais podem surgir tanto a partir dos vestígios do ciclo de vida estelar quanto estar associadas ao nascimento de novas estrelas.
Diferentes tamanhos e formas são encontrados entre as galáxias: entre elas
Diferentes tamanhos e formas são encontrados entre as galáxias: entre elas, as espirais, elípticas e irregulares. As galáxias em espiral destacam-se por seu núcleo central luminoso, de onde emanam vários braços. Já as galáxias irregulares não adotam formas definidas e são compostas por estrelas jovens e ricas em gases e partículas de poeira. Quanto aos quasares, eles representam núcleos intensamente luminosos de galáxias localizadas a grandes distâncias. Essas estruturas foram identificadas na década de 1960. Inicialmente observados com telescópios ópticos, esses objetos assemelhavam-se a estrelas, originando o nome "quasares".
Por outro lado, os agrupamentos de galáxias, por sua vez, unem-se para constituir conjuntos de proporções ainda maiores, conhecidos como superaglomerados ou superenxames de galáxias.
Um dos superenxames de galáxias existentes no Universo
Um dos superenxames de galáxias existentes no Universo é conhecido como o Superenxame da Virgem. Dentro desse superenxame está inserido um conjunto galáctico denominado Grupo Local, o qual inclui a nossa própria galáxia, a Via Láctea. Esta galáxia espiral, composta por cerca de cem bilhões de estrelas, gases e partículas de poeira, possui em um dos seus braços o Braço de Órion, onde se encontra o nosso Sol e todo o Sistema Solar. A Terra, sendo o terceiro planeta a partir do Sol no Sistema Solar, faz parte deste contexto.
A Geografia é uma disciplina cujo foco
A Geografia é uma disciplina cujo foco é compreender e localizar os fenômenos que cercam os seres humanos. Ela busca identificar e avaliar as implicações das ações humanas sobre o meio ambiente, enquanto busca soluções para promover uma convivência mais harmoniosa entre a humanidade e a Natureza.
O geógrafo dispõe de diversas fontes de informação, como mapas, estatísticas, textos, fotografias, filmes, documentários, entrevistas e questionários. Além disso, pode optar por conduzir investigações in loco, como é comum nas saídas de campo. A investigação geográfica se inicia com a observação direta, envolvendo a análise no próprio local, e a observação indireta, quando o geógrafo examina fontes de informação documentais.
Em 1972, a UNESCO adotou a Convenção para a Proteção do Patrimônio Mundial
Em 1972, a UNESCO adotou a Convenção para a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural com o propósito de identificar, preservar e conservar paisagens de grande valor para a humanidade. Essas paisagens, sejam naturais ou humanizadas, contribuem para o conhecimento e história da humanidade ou enfrentam riscos de extinção. Desde então, esforços globais têm sido direcionados para proteger e conservar locais considerados Patrimônio da Humanidade, como a Necrópole de Memphis e as pirâmides de Gizé a Dahshur no Egito, o Santuário do Panda-Gigante na China e Machu Picchu no Peru, as Ilhas Subantárticas Neozelandesas na Nova Zelândia, entre outros.
O ser humano sempre buscou compreender o espaço ao seu redor
O ser humano sempre buscou compreender o espaço ao seu redor, representando-o em globos e mapas, ferramentas fundamentais para a Geografia. Essas representações auxiliam na localização, na identificação de relações entre fenômenos e na detecção de padrões. Diferentes tipos de mapas permitem retratar variados fenômenos naturais e humanos com níveis diversos de detalhamento e perspectiva. Entre eles estão a planta, o mapa itinerário, o mapa topográfico e o planisfério.
A cartografia lida com o desafio de representar a forma da
A cartografia lida com o desafio de representar a forma da Terra em um plano através de projeções cartográficas. Porém, todas as projeções resultam em distorções nos contornos, distâncias e proporções dos continentes e oceanos. Existem a Projeção cilíndrica - que utiliza um cilindro como superfície de projeção, e é ideal para construir planisférios; a Projeção cónica - utiliza um cone como superficie de projeção, e é ideal para cartografia das regiões de latitude médias e a Projeção azimutal - utiliza um plano como superficie de projeção, e é ideal para construir mapas das regiões polares.
Capturar a superfície terrestre e seus elementos em um
Capturar a superfície terrestre e seus elementos em um mapa ou globo requer uma redução da realidade. Essa redução é expressa pela escala. Tanto as escalas numéricas (representadas por frações) quanto as gráficas transmitem a mesma informação ao usuário. No entanto, a escala gráfica possui uma vantagem ao representar a distância no mapa por meio de um segmento de linha, permitindo que ampliações ou reduções do mapa preservem a proporção entre as distâncias no mapa e na realidade.
O Monte Everest está crescendo!
O Monte Everest, a montanha mais alta do mundo, está em constante crescimento! Situado na cordilheira do Himalaia, entre o Nepal e o Tibete, sua elevação aumenta gradualmente devido à movimentação das placas tectônicas da Índia e da Eurásia, que estão em colisão contínua. Esse impacto faz com que o Himalaia se eleve alguns milímetros todos os anos.
Esse processo ocorre por conta da orogênese, fenômeno geológico responsável pela formação de cadeias montanhosas ao longo de milhões de anos. No caso do Everest, a pressão da placa indiana contra a euroasiática gera um crescimento lento, porém constante, da montanha.
No entanto, esse aumento nem sempre é linear. Terremotos na região podem ocasionalmente reduzir a altura do Everest. Um exemplo disso ocorreu em 2015, quando um forte tremor no Nepal fez com que a montanha perdesse alguns centímetros de sua altitude, segundo medições científicas.
Além de ser uma maravilha natural, o Everest segue desafiando alpinistas de todo o mundo, que enfrentam condições climáticas extremas para alcançar a parte mais alta. Seu crescimento contínuo destaca a dinâmica da Terra e como as forças da natureza moldam nosso planeta de forma constante e impressionante.
O lugar mais frio do mundo
O lugar mais frio do mundo já registrado fica na Antártida, mais especificamente na Estação Vostok, uma base de pesquisa russa situada em um dos pontos mais isolados e inóspitos do planeta. Em 21 de julho de 1983, os termômetros da estação registraram impressionantes -89,2°C, uma temperatura tão extrema que pode congelar a pele humana em questão de segundos.
Esse frio intenso se deve a vários fatores, como a altitude elevada da região, que ultrapassa 3.400 metros acima do nível do mar, e o fato de a Antártida estar localizada no Polo Sul, onde a inclinação da Terra reduz a incidência de luz solar durante o inverno. Além disso, o ar seco e a ausência de calor absorvido pelo solo coberto de gelo contribuem para a queda extrema das temperaturas.
Mais recentemente, medições por satélite indicaram temperaturas ainda mais baixas em algumas partes da Antártida, chegando a cerca de -98°C. No entanto, esses registros foram feitos por sensores remotos, e não em estações meteorológicas, como o recorde oficial da Estação Vostok. Essas temperaturas extremas fazem da Antártida um dos ambientes mais hostis do planeta, sendo habitada apenas por cientistas e pesquisadores que estudam o impacto das mudanças climáticas e as condições extremas do continente gelado.
O lugar mais quente da Terra
O lugar mais quente da Terra já registrado é o Deserto de Lut, localizado no Irã. Esse deserto árido e inóspito chamou a atenção dos cientistas quando medições feitas por satélites da NASA registraram uma temperatura impressionante de 80,8°C na superfície. Esse recorde foi identificado em 2005 e reafirmado em medições posteriores, tornando o Deserto de Lut um dos ambientes mais extremos do planeta.
Diferente das temperaturas do ar registradas oficialmente em estações meteorológicas, como os 56,7°C em Furnace Creek, no Vale da Morte (EUA), a temperatura medida no Deserto de Lut refere-se ao calor extremo do solo, que absorve e irradia energia solar intensamente. A ausência de vegetação e a composição do solo escuro contribuem para essa retenção de calor, transformando a região em um verdadeiro forno natural.
O Deserto de Lut é tão hostil que praticamente não há vida em grande parte de sua extensão. Com ventos fortes e uma umidade extremamente baixa, ele representa um dos ambientes mais extremos para qualquer ser vivo. Essa região continua sendo estudada por cientistas para entender melhor os impactos das mudanças climáticas e como o calor extremo afeta diferentes ecossistemas.
O Oceano Pacífico é realmente gigantesco
O Oceano Pacífico é o maior e mais profundo oceano da Terra, cobrindo cerca de 30% da superfície do planeta. Sua imensidão é tão impressionante que, se todos os continentes fossem colocados dentro dele, ainda sobraria espaço. Com uma área aproximada de 165 milhões de km², ele é maior do que toda a superfície da Lua!
Além de seu tamanho colossal, o Pacífico abriga a Fossa das Marianas, o ponto mais profundo dos oceanos, com cerca de 11.034 metros de profundidade. Para se ter uma ideia, se o Monte Everest, a montanha mais alta do mundo, fosse colocado dentro dessa fossa, ainda sobrariam mais de 2.000 metros de água acima de seu pico.
O Oceano Pacífico também é responsável por influenciar o clima global, pois suas correntes oceânicas afetam padrões climáticos ao redor do mundo. Fenômenos como El Niño e La Niña nascem nesse oceano e impactam chuvas, secas e temperaturas em diversos continentes.
Apesar de sua beleza e importância, o Pacífico também enfrenta desafios ambientais, como a Grande Porção de Lixo do Pacífico, uma enorme concentração de resíduos plásticos que ameaça a vida marinha. Mesmo assim, ele continua sendo um dos maiores mistérios da natureza, com inúmeras espécies e segredos ainda desconhecidos.
Por Que o Mapa-Múndi Não Mostra a Realidade?
Você sabia que o mapa-múndi que aprendemos na escola não representa o tamanho real dos continentes? A explicação está na Projeção de Mercator, um modelo criado no século XVI pelo cartógrafo Gerardus Mercator para facilitar a navegação marítima. No entanto, essa projeção distorce o tamanho dos países, ampliando as regiões próximas aos polos e reduzindo áreas próximas ao Equador. Isso faz com que a Groenlândia pareça quase do tamanho da África, quando, na realidade, a África é 14 vezes maior. Da mesma forma, a Europa parece maior do que a América do Sul, embora a América do Sul seja quase o dobro do tamanho.
Essa distorção afeta não apenas a geografia, mas também a percepção política e cultural dos países no mundo. Outras projeções, como a Gall-Peters, tentam corrigir esses erros, mas nenhuma projeção consegue representar perfeitamente a Terra, que é esférica, em um mapa plano. A questão do mapa “errado” continua sendo um debate entre cartógrafos e geógrafos!
Os Lugares Onde o Sol Some no Inverno
Em algumas regiões do mundo, o inverno traz um fenômeno surpreendente: o Sol simplesmente não nasce por semanas ou até meses. Esse fenômeno ocorre nos círculos polares Ártico e Antártico, onde a inclinação do eixo da Terra faz com que o Sol permaneça abaixo do horizonte durante parte do ano. Esse período de escuridão prolongada é chamado de noite polar.
Cidades como Tromso, na Noruega, e Barrow (Utqiaġvik), no Alasca, passam cerca de dois meses sem ver a luz do Sol. No Polo Norte, a escuridão dura seis meses, enquanto no Polo Sul, o mesmo acontece no inverno da Antártida.
Apesar da falta de luz solar, esses lugares não ficam completamente escuros. O fenômeno da aurora boreal ilumina o céu em tons de verde e roxo, criando paisagens deslumbrantes. Para os moradores, o inverno rigoroso exige adaptação, com iluminação artificial e suplementação de vitamina D para compensar a ausência do Sol. Esse fenômeno faz parte do ciclo natural da Terra e atrai turistas curiosos em experimentar a escuridão polar.
Por que as Ferrovias Foram Deixadas de Lado?
A escolha do Brasil por um modelo de transporte rodoviário em vez do ferroviário tem raízes históricas e políticas. Durante o século XX, especialmente no governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961), houve um grande incentivo à industrialização e à expansão da malha rodoviária, alinhado ao crescimento da indústria automobilística. Empresas como Ford e General Motors pressionaram por investimentos em estradas, enquanto a construção de ferrovias foi deixada de lado.
Além disso, a descentralização das ferrovias, iniciada na década de 1940, e a falta de investimentos modernos levaram ao declínio desse sistema. Enquanto países como os Estados Unidos e China desenvolveram redes ferroviárias eficientes para transporte de cargas e passageiros, o Brasil passou a depender quase exclusivamente das rodovias, o que resultou em altos custos logísticos e problemas como congestionamentos e desgaste das estradas.
Nos últimos anos, há um esforço para retomar os investimentos em ferrovias, mas a predominância rodoviária segue impactando a economia e a infraestrutura do país.
O Impacto Geopolítico da Projeção de Mercato
A Projeção de Mercator, um dos mapas mais utilizados no mundo, não é apenas uma ferramenta cartográfica, mas também carrega um forte significado geopolítico. Criada no século XVI pelo cartógrafo Gerardus Mercator para auxiliar a navegação, essa projeção preserva ângulos e direções, mas distorce o tamanho real dos países e continentes. Regiões próximas aos polos, como a Europa e a América do Norte, parecem muito maiores do que realmente são, enquanto áreas próximas ao Equador, como a África e a América do Sul, ficam reduzidas.
Essa distorção reforça desigualdades históricas, dando a impressão de que os países do hemisfério Norte são mais importantes ou dominantes. Durante séculos, essa visão influenciou políticas internacionais, economia e até a percepção cultural das nações. Alternativas como a Projeção de Gall-Peters tentam corrigir essas desigualdades, representando os continentes em seus tamanhos reais, mas enfrentam resistência devido ao uso consolidado da projeção de Mercator. O debate sobre mapas e poder geopolítico segue vivo, mostrando que a forma como vemos o mundo pode influenciar a forma como pensamos sobre ele.
O Dia Internacional do Asteroide é comemorado em 30 de junho
O Dia Internacional do Asteroide é comemorado em 30 de junho. Este dia tem como objetivo aumentar a conscientização sobre os asteroides e destacar a importância da pesquisa e monitoramento desses corpos celestes. Os asteroides são pedaços rochosos que orbitam o Sol, e o conhecimento sobre eles é crucial para entender melhor o sistema solar e para desenvolver estratégias de defesa planetária contra possíveis impactos de asteroides na Terra. Este dia também visa promover a cooperação internacional na observação e estudo de asteroides, visando proteger nosso planeta de potenciais ameaças cósmicas.
se comemora em 30 de Junho
A paisagem natural corresponde aos elementos naturais do espaço, ou seja

A paisagem natural corresponde aos elementos naturais do espaço, ou seja, que não foram modificados pela ação humana ou que a ela não se relacionam diretamente. Podemos considerar como exemplos de paisagem natural o espaço de uma floresta, a área de um deserto ou até mesmo a área de um vulcão. Tudo aquilo que não se relacionar à naturalidade do ambiente deixa de caracterizar a paisagem natural.
A paisagem humanizada é fruto da interferência humana na natureza

A paisagem humanizada é fruto da interferência humana na natureza. Nela, a natureza pode estar ausente ou ser modificada. Estas modificações podem ser consequência de ações que vão desde a construção de prédios, até a destruição de habitats. paisagens humanizadas podem ser também chamadas de paisagens urbanas ou culturais.
O planeta Terra é composto por seis grandes continentes: América, África

O planeta Terra é composto por seis grandes continentes: América, África, Europa, Ásia, Oceania e Antártida. Estas extensas porções de terra são banhadas por mares e oceanos, incluindo a plataforma continental que se estende para dentro das águas oceânicas. A África é situada no Oriente, tendo parte de seus países no Hemisfério Sul, sendo o terceiro maior continente do mundo. Por outro lado, a América é o segundo maior continente e se encontra toda na região ocidental da Terra. Já a Ásia, localizada no Hemisfério Oriental e com a maior parte do território no norte, é o maior continente, tanto em extensão territorial quanto em população. A Europa tem 50 países e é o segundo menor continente. A Oceania fica no Hemisfério Sul Ocidental e é o menor de todos, ainda sendo o continente com menor população. Por fim, a Antártida é um continente sem habitantes, situado no Polo Sul
A Lua é o único satélite natural da Terra

A Lua é o único satélite natural da Terra, formado praticamente junto com ela e com o surgimento do Universo. Recebeu o nome de Luna, do latim, pois era a única lua conhecida na época. Só em 1610, quando Galileo Galilei descobriu outras luas no sistema solar foi que se confirmou a existência de outras. Devido à sua atmosfera fina, a Lua apresenta inúmeras crateras, resultado de contínuos impactos com meteoros, cometas e asteroides. Gira em torno do seu próprio eixo (movimento de rotação), o que faz com que vejamos sempre a mesma face, e não tem luz própria, mas é visível devido à luz refletida do Sol. Conforme a posição em relação a Terra e o Sol, a Lua apresenta diferentes iluminações, denominadas fases da Lua.
A pecuária é uma das atividades mais antigas da humanidade

A pecuária é uma das atividades mais antigas da humanidade, com o objetivo de produzir alimentos e outras matérias-primas. Os principais produtos gerados por essa prática são carne, leite, ovos, mel, couro, ossos e lã. Existem duas modalidades básicas de pecuária: intensiva e extensiva. Existem dois tipos : a pecuária de corte se concentra na produção de carne, enquanto que a leiteira se destina à produção de leite. Agropecuária é o termo usado para designar a junção entre a criação de animais e o cultivo de vegetais.
Mercúrio

Mercúrio é o menor planeta de nosso Sistema Solar desde que Plutão foi rebaixado a planeta anão, e também é o que está mais próximo do Sol. Isso torna o desenvolvimento da vida neste planeta bastante difícil, visto que há altas e baixas temperaturas, instabilidades climáticas, atmosfera fraca e uma superfície escura, provavelmente devido à presença de grafite ou às altas temperaturas, que "carbonizam" as paisagens. Apesar disso, ele não é o mais quente (esse título pertence a Vênus), mas sim o que mais rápido circunda o Sol. É possível que os antigos romanos lhe tenham dado o nome de Mercúrio, que era o deus mensageiro mais veloz. Apesar das adversidades, é um planeta intrigante e que chama a atenção dos astrônomos por conter água, tanto em estado sólido quanto líquido (em menores quantidades).
Vénus, o segundo planeta a partir do Sol

Vénus, o segundo planeta a partir do Sol, recebeu seu nome em homenagem à deusa romana do amor e da beleza, Afrodite. É o objeto mais brilhante no céu noturno, exibindo uma magnitude aparente de -4,6, o suficiente para produzir sombras. Em termos de tamanho e massa, Vénus é muito semelhante à Terra, possuindo um diâmetro apenas 650 km menor e uma massa de 81,5% da massa da Terra. No entanto, as condições na superfície venusiana são completamente diferentes, pois é coberta por uma densa atmosfera composta de 96,5% de dióxido de carbono e o nitrogênio sendo o maior componente dos 3,5% restantes.
A chuva ácida é uma das consequências da poluição atmosférica

A chuva ácida é uma das consequências da poluição atmosférica. O dióxido de carbono (CO2) existente na atmosfera já torna a chuva levemente ácida, mesmo em condições naturais. O pH natural da água é 7 e quando em equilíbrio com o CO2 atmosférico é 5,6, pouco ácido. Os óxidos de enxofre (SO2 e SO3) e de nitrogênio (N2O, NO e NO2) são os principais componentes da chuva ácida. Esses compostos são liberados na atmosfera através da queima de combustíveis fósseis. Ao reagirem com as gotas de água da atmosfera, formam o ácido sulfúrico (H2SO4) e o ácido nítrico (HNO3). Juntos, esses dois ácidos provocam o aumento da acidez da água da chuva.Essa acidificação do solo e das águas superficiais exerce efeitos devastadores nos ecossistemas e representa um grave perigo para os seres vivos.
O relevo da superfície terrestre (litosfera)

O relevo da superfície terrestre (litosfera) é formado pela ação de processos naturais, como os movimentos das placas tectônicas, a erosão causada pela água e pelo vento, bem como os terremotos e as erupções vulcânicas. Planaltos, planícies, depressões geográficas e montanhas são alguns dos tipos de relevo que podem ser criados por esses processos. Os planaltos são superfícies elevadas e relativamente planas, com encostas íngremes e bem delimitadas. Planícies são superfícies planas, de baixa altitude, e formadas pela deposição de sedimentos geralmente originários de áreas mais altas e erodidas. Por outro lado, as depressões geográficas caracterizam-se como áreas mais baixas em relação às regiões vizinhas, devido à erosão. Por fim, montanhas são formadas por terremotos, erupções vulcânicas e pela erosão provocada por água e vento.
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